#Desanuvio

daven | via Tumblr

Não sei bem ao certo como começar esse texto. Não sei se quero dizer o quanto ainda gosto de você, tudo bem que só se passaram dois meses e que tudo o que vivemos não vai ser apagado assim tão rápido. Tudo bem que eu até já encontrei um carinha legal, que me elogia e até me mima mais do que você costumava me mimar, mas é incrível como eu costumo comparar ele com você e ele até pode ser melhor em algumas coisas, mas é do teu jeito que eu sinto falta. É de você beijando minha testa quando acordava para ir trabalhar, é de como você ficava sempre que brigávamos e eu nunca tinha a iniciativa de pedir desculpas. Não sei dizer por que, mas sinto falta de tudo. Às vezes não sei dizer se ando sentindo falta realmente de você, ou de toda a vida que eu tinha. Eu tinha você, eu tinha minha melhor amiga do lado, eu tinha uma faculdade e até alguns amigos, e de repente, como um terremoto que sai destruindo tudo que vê pela frente, veio a vida e me tirou tudo. Tá, posso ta sendo exagerada quando digo “tudo”, mas você sabe que eu sou assim, a rainha do drama, lembra? Ainda posso ter meus pais (graças a Deus), mas a sua perca é a que mais me dói, por saber que não vou mais te ter de forma alguma e ta sendo muito difícil, difícil pra caramba, lidar com isso. Eu que sempre fui boa em dar conselhos e ouvir o ‘mimimi’ dos outros, hoje to aqui, sem saber o que fazer com a minha vida.
Sabe, talvez eu nem precisasse ter ido embora, ter deixado faculdade e alguns amigos para trás, mas foi necessário. Se tu soubesses o quanto me dóia sair por aí, olhar pros lugares e tudo me lembrar você. Desde a pracinha da sua quadra, que nunca nem fomos, até o urso de pelúcia que você me deu (calma! Eu não me desfiz dele, me acostumei a dormir com ele e infelizmente não posso simplesmente abandoná-lo. As vezes ainda acho que os meus ursinhos tem sentimentos). Então eu meio que decidir fugir das lembranças, sei que parece atitude de covarde, mas as vezes é necessário ser covarde, então eu fui. E vir parar aqui, nessa cidade que passei boa parte da minha vida reclamando sobre ela, que injustiça a minha, pois foi justo ela que me acolheu no meu maior momento de desespero. E agora é ela que está me ajudando a recomeçar. E eu até que estou aprendendo a gostar daqui, das pessoas daqui e até de suas falas meio erradas. Talvez o tal carinha também tenha sua grande parcela de culpa nisso, e que bom. No começo, cheguei a imaginar que estivesse usando ele pra tentar te esquecer, mas vi que era bobagem minha, ninguém vai conseguir me fazer te esquecer, mas isso não significa que ninguém possa ocupar o espaço que você ainda insiste em estar. Acho que está começando a dar certo, agora já não choro toda vez que escuto seu nome ou lembro de você, e quando chego a chorar, logo o pranto cessa. Apagar suas fotos e te desvincular das minhas redes sociais, pode até ser considerado um ato infantil, mas foi necessário pro meu pobre coração que não estava aguentando te ver sorrindo ao lado de outras pessoas enquanto eu ficava pensando “será que ele ta mesmo feliz?”, “será que ele ainda pensa em mim?”, “e se pensa, o que deve sentir?” e esses pensamentos estavam acabando com a minha gastrite e o meu psicológico. Mas enfim, é isso, você ainda está impregnado em minha pele, mas eu sei que aos poucos você vai saindo e se sobrar, vai ser bem pouco.

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#Devaneios

#Devaneios

E por enquanto me tranquilizo enquanto sei que posso acordar dos meus devaneios durante a noite e te encontrar ao meu lado. Segurar sua mão, respirar fundo enquanto posso…

#Devaneios

#Devaneios

O inevitável se faz presente. E que reste o que nos faz contentes. ☺️

#Reviravolta

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É difícil assimilar as coisas e por a cabeça no lugar quando te acontecem situações com a qual você não está preparada para lidar.

Eu, que sempre estivera acostumada em ir, em deixar tanto para trás e começar do zero, hoje estou tentando lidar com a situação de ser deixada.  É sempre muito mais fácil ir, deixar os lugares, as pessoas e as memórias para trás, afinal, você está partindo para um novo lugar e lugares novos não permitem lembranças velhas. Muito mais difícil é ficar, ser deixado, hoje eu vejo isso. Se alguém está partindo, está deixando tudo para trás, incluindo as lembranças. E lembranças são como pulgas de sentimentos:  se alguém as tira, elas pulam logo em seguida para um outro alguém que as alimente, mesmo que involuntariamente.

Ai você acaba se pegando, sem querer, olhando para aquela fotografia antiga, sentindo aquele cheiro inesquecível, e até relembrando as bobeiras faladas num domingo tedioso qualquer…

#Senta que lá vem história…

Tô sumida né? Eu sei! Mas a culpa realmente não é minha, para quem tem ou já teve um blog sabe que precisa ter muita dedicação e infelizmente não ando tendo tempo para isso :/

Porém, prometo aos pouco, nem que seja uma vez na semana, vir aqui e dar uma atualizada (menos na época de provas, por que né, engenharia me consome muito!). E hoje vim mostrar e falar para vocês um pouco sobre o livro que estou lendo e outros que já estão  na minha fila de esperar para ler!

Inferno – Dan Brown

RESENHA: Uma mulher com cabelos prateados o encarava… Robert Langdon olhava para ela através de uma névoa que recusava-se a dissipar. Ele deu uma passo a frente, e foi então que percebeu as águas de um rio ensanguentadas, corpos enterrados vivos de cabeça para baixo – contorcendo-se em agonia.

Busca, sussurrou a mulher, e encontrarás. Esta foi a única mensagem que a bela senhora lhe deixou.
Enquanto acordava desse terrível pesadelo, as imagens perturbadoras iam se materializando, mas Robert não entendia seu significado. Ele está desorientado e não se lembra como foi parar em um hospital. A dor lancinante em sua nuca indica que foi ferido, mas o que realmente aconteceu? As últimas 36 horas desapareceram de sua mente, um branco total. Ele fica ainda mais surpreso quando descobre que está em Florença, na Itália.
Entretanto, Robert não teve muito tempo para digerir essa enxurrada de informações, pois alguém está tentando matá-lo. O que ele havia feito para ser caçado? Ainda sob efeito de sedativos, Robert foge com a ajuda de Sienna Brooks, a médica que cuidou de seus ferimentos. Através dela, ele descobre que levara um tiro na cabeça e que estava sofrendo de amnesia pós-traumática.

Mas seus problemas estavam apenas começando… Langdon está de posse de um minitubo de lacre biométrico com o ícone de risco biológico, cujo conteúdo é do interesse de organizações poderosas. Através desse macabro objeto, Robert e Siena se deparam com a visão do inferno…

Um cientista obcecado pelo poema épico A Divina Comédia de Dante Alighieri, planeja colocar sua “criação” a disposição do mundo. Uma série de códigos e enigmas foram criados por essa mente brilhante, e Langdon precisa decifrá-los antes que seja tarde demais.
Em uma corrida contra o tempo, Robert embarca numa jornada de vida ou morte pelas ruas de Florença, Veneza e Istambul. Onde, todo seu conhecimento sobre simbologia pode ser o fator que determinará o futuro da humanidade…

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Inferno – thriller de suspende do autor Dan Brown – é a quarta aventura do renomado simbologista Robert Langdon. Utilizando de elementos como arte, literatura, filosofia, ciência e medicina, Brown consegue atiçar a curiosidade e manter o interesse do leitor até a última página. O autor cria segredos e mistérios complexos a partir de coisas simples. Acredito que ele seja capaz de introduzir símbolos e códigos cifrados em bula de remédio.
Mas o que mais me intriga é o grande número de referências históricas introduzida no enredo, sem tornar a leitura maçante. Dan Brown me deixou tão curiosa com suas descrições que fui obrigada a ler Inferno e, ao mesmo tempo, pesquisar sobre arte e arquitetura. Para mim, foi impossível ler sobre o Mappa dell’Inferno de Botticelli ou sobre os Portões do Paraíso, por exemplo, sem visualizar tais obras. Por causa das constantes pesquisas, demorei o dobro do tempo que costumo para ler um livro desse porte, porém valeu cada página lida.

A Hospedeira – Stephenie Meyer

RESENHA:
“É um livro de ficção científica que não parece ficção científica – é sobre um triângulo amoroso com apenas dois corpos. O que mais gostei nesse livro foi de explorar o amor de ângulos tão diferentes. O amor pela comunidade, pelo próprio ´eu´, pela família – o amor romântico e o amor platônico.” -Stephenie Meyer

Melanie stryder se recusa a desaparecer. Nosso planeta foi dominado por um inimigo que não pode ser detectado. Os humanos se tornaram hospedeiros dos invasores: suas mentes são extraídas, enquanto seus corpos permanecem intactos e prosseguem suas vidas aparentemente sem alteração. A maior parte da humanidade sucumbiu a tal processo.
Quando Melanie, um dos humanos “selvagens” que ainda restam, é capturada, ela tem certeza de que será seu fim. Peregrina, a “alma” invasora designada para o corpo de Melanie, foi alertada sobre os desafios de viver dentro de um ser humano: as emoções irresistíveis, o excesso de sensações, a persistência das lembranças e das memórias vívidas. Mas há uma dificuldade que Peregrina não esperava: a antiga ocupante de seu corpo se recusa a desistir da posse de sua mente.
Peregrina investiga os pensamentos de Melanie com o objetivo de descobrir o paradeiro dos remanescentes da resistência humana. Entretanto, Melanie ocupa a mente de sua invasora com visões do homem que ama: Jared, que continua a viver escondido. Incapaz de se separar dos desejos de seu corpo, Peregrina começa a se sentir intensamente atraída por alguém a quem foi submetida por uma espécie de exposição forçada. Quando os acontecimentos fazem de Melanie e Peregrina improváveis aliadas, elas partem em uma busca incerta e perigosa do homem que ambas amam.

#Vomitando palavras

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Nunca é fácil tentar fingir que não estou me sentindo péssima, que nada tem feito sentindo o suficiente pra me encorajar a levantar todas as manhãs e encarar o batente da vida. Mas é preciso. É preciso levantar sempre cedo, lavar o rosto, erguer a cabeça e ir em frente, por que a vida, infelizmente, não para e senta com você no sofá para discutir a relação e perguntar se “está tudo bem?”.

Na maioria das vezes consigo perfeitamente tocar a vida a diante, cumprir com meus compromissos e fingir que está tudo ótimo, mas de um tempo pra cá tenho desaprendido essa habilidade. Não faço a mínima ideia do que possa estar acontecendo comigo, mas tem algo de muito errado, isso eu sei.

Sinto cada vez mais saudades de casa, porém, já não consigo mais conviver tanto tempo com meus pais sobre o mesmo teto. Mas dizem que é assim mesmo, depois que se adquire uma certa “liberdade” e cria suas próprias regras de convivência, você não consegue mais viver com as regras dos pais.

A faculdade, que antes eu tinha orgulho em anunciar que estava estudando, a cada dia que passa o orgulho diminui e o desgosto aumenta. Não tem coisa pior do que estudar em um ambiente com quase 40 alunos, onde você só fala com 10 pessoas e só se sente bem perto de 4 delas. É horrível, te desanima completamente.

De um ano pra cá, tenho conhecido várias pessoas, feito muitas amizades e desfeito algumas também. Essas amizades desfeitas, as vezes bem lá no fundo, me fazem um pouco de falta. Gosto de pessoas que me fazem sorrir, mas sou orgulhosa demais para ir atrás e perguntar “Ei, por que nos afastamos mesmo?”. Entretanto, há outras amizades que me fizeram melhor estando longe do que perto, e essas, como minha mãe sempre diz, nem devemos chamar de amizade. Tenho aprendido, que há pessoas que entram em sua vida com o simples propósito de te mostrar o que não é bom e o que não se deve fazer ou ser na vida. Agradeço a elas por esse aprendizado tão importante.

E o que eu quero dizer com tudo isso? Na verdade nada. Simplesmente escrevi por que estava com uma urgência danada de colocar pra fora o que estava entalado na minha garganta. Perguntas sem respostas, dúvidas sem fins, receios cada vez maiores… Enfim, só rezo e peço a Deus, Jah, Buda, Goku ou qualquer entidade que há nessa vida, que me abençoe para que eu possa continuar a vida e todos esses sentimentos conturbadores desapareçam ou pelo menos diminuam, para que eu possa seguir em frente em paz!

#Refém de si

Sinto saudades da época de criança, não que já faça muito tempo, afinal, 18 anos não é quase nada quando se tem (assim espero) a vida toda pela frente. Mas é que quando se já tem 18, 20, 30 ou qualquer idade que não se permita mais ser considerada uma criança ou que não se possa mais viver como uma, é difícil.

Ser criança é tão leve, é tão natural, tão mágico. Vejo meu irmão, ainda no comecinho de sua vida, com seus 6 anos de idade e bate uma invejinha (branca) por já ter passado a minha fase. Por que criança é assim, é poder brigar, dizer nunca mais e cinco minutos depois estar lá, como se nada tivesse acontecido. É poder não gostar de uma coisa e simplesmente dizer que não gosta sem se importar como os outros reagirão. É poder dizer tudo o que sente no coração sem o remorso ou peso de ser mal interpretada. É poder beijar , abraçar, amar, chorar, sorrir, cantar quando quiser. É não precisar se esconder atrás de armaduras e nem se envergonhar dos seus sentimentos.

Eu sinto falta disso, sinto muito mesmo. Sinto saudades de ser eu, de querer acima de tudo, me agradar, ao invés de agradar pessoas que nunca se contentam com o que sou. Queria poder gritar ao mundo que gosto de alguém sem me importar com o que vão achar caso eu já goste mais daqui um tempo, ou que eu possa fazer qualquer outra coisa, como pular numa cama elástica cheia de bolinhas, sem me preocupar com a opinião alheia. Mas esse é o meu problema, eu sempre me importo. Por mais que canse de dizer que não, eu sempre me importo.

Não tem sensação pior de privação, do que ser refém dos próprios medos. Deixar de fazer ou falar algo por medo de que pensem que. Afinal, os outros são os outros e eles podem pensar o que quiserem e é justamente aí que está o grande problema, para mim. Já perdi as contas de quantas vezes tentei não me importar, algumas (poucas) até consegui bem. E assim vou vivendo e levando a vida até um dia, quem sabe, eu consiga finalmente me desatar dos “achismos dos outros”.

#Looks para o FDS!

Olá meninas, como andam as expectativas para o carnaval? Vai pular atrás de um trio? Vai cair no samba? Vai curtir uma festinhas com os amigos? Dá uma olhada nos looks então gata!

E aí meninas? Dá para se inspirarem muito em? Bom carnaval para vocês, curtam com responsabilidade!

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#Looks para o Carnaval 2013

Olá meninas, já entraram no clima carnavalesco? Já sabem que look vão usar? Nãããão??? Então confira as dicas que o UGQ trouxe para quem vai pular o carnaval, mas não vai usar o tradicional abadá!

Como inspiração, procurei trazer looks confortáveis, afinal, nada pior do que querer curtir a festa com os amigos, e o sapato ficar machucando, a roupa incomodando, por isso, minha DICA Nº1 É: CONFORTO SEMPRE! Dê preferencia a um tênis, sapatilha ou rasteirinha.

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Os legging’s coloridos estão super em alta, perfeitos para esse clima carnavalesco!

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Vale ressaltar, que é sempre bom apostar nos acessórios, como chapéus, coletes, bolsas, cintos, anéis, colares, pulseiras, lenços para cabeça, tiaras, óculos… Enfim.

Então meninas, gostaram das dicas? Beijitos!